Início → Guia Lei nº 18.183/2025
A Lei nº 18.183/2025 obriga shoppings de São Paulo com mais de 2.000 pessoas de circulação diária a terem sala de regulação sensorial para pessoas com TEA e outras neurodivergências. Sancionada em 25 de agosto de 2025 e regulamentada pelo Decreto nº 70.501/2026, ela também aponta uma tendência maior: a neuroinclusão deixou de ser diferencial e virou expectativa de mercado em todo o Brasil.
Última atualização: 18 de julho de 2026 · Conteúdo revisado por Fernanda Prates (cirurgiã-dentista, ortodontista, mentora em neuroinclusão) e Joanna Costa (jornalista, MBA em Gestão de Empresas pela FGV), idealizadoras do Projeto Empresa Neuroinclusiva.
A Lei nº 18.183/2025 foi sancionada em 25 de agosto de 2025 pelo Estado de São Paulo. Ela determina que shopping centers com circulação diária superior a 2.000 pessoas tenham uma sala de regulação sensorial disponível para pessoas com TEA e outras neurodivergências.
Resumo: a lei mira grandes shoppings paulistas, mas o efeito prático é maior: ela empurra todo o varejo de grande circulação a repensar como acolhe clientes neurodivergentes.
Sim. O Decreto nº 70.501/2026 foi assinado pelo governador Tarcísio de Freitas e publicado em abril de 2026. Ele regulamenta a Lei nº 18.183/2025 e tornou a implementação obrigatória na prática, saindo do campo do texto legal para o campo da fiscalização e da exigência real.
Resumo: antes do decreto, a lei existia no papel. Depois dele, shoppings e grandes espaços comerciais em São Paulo passaram a precisar comprovar a adequação.
A obrigação formal da lei é para shoppings com mais de 2.000 pessoas de circulação diária em São Paulo. Mas o decreto e a tendência regulatória tornam a adequação relevante para qualquer espaço comercial ou público de grande circulação, seja uma rede de varejo, um centro de eventos ou uma clínica. E, como toda mudança regulatória recente, quem se antecipa costuma sair na frente da concorrência.
Neuroinclusão é adaptar ambientes, processos e atendimento para pessoas neurodivergentes (autismo, TDAH, altas habilidades, entre outras condições), reduzindo estímulos que podem causar sobrecarga sensorial e crises. É diferente de acessibilidade física, que trata de rampas, elevadores e sinalização: a neuroinclusão trata de como o ambiente é sentido e vivido por quem processa estímulos de forma diferente.
Resumo: acessibilidade física move o corpo pelo espaço. Neuroinclusão cuida de como a mente experimenta esse espaço.
É uma lei do Estado de São Paulo. O decreto que a regulamenta, o Decreto nº 70.501/2026, foi assinado pelo governador Tarcísio de Freitas e publicado em abril de 2026.
Sim. Tanto a lei quanto o decreto são voltados para pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e outras neurodivergências, com foco em ambientes de grande circulação.
É um ambiente com estímulos controlados (luz, som, textura) pensado para que uma pessoa em sobrecarga sensorial consiga se regular antes de uma crise. Não precisa ser uma sala nova: a consultoria costuma avaliar o espaço já existente e adaptá-lo.
A obrigação formal da Lei nº 18.183/2025 é para shoppings com circulação diária superior a 2.000 pessoas. Mas o Decreto nº 70.501/2026 e a tendência regulatória tornam a adequação relevante para qualquer espaço comercial ou público de grande circulação em São Paulo, e cada vez mais em outros estados.
A regulamentação é recente e a fiscalização vem se estruturando junto com o Decreto nº 70.501/2026. O cenário se repete ao de outras leis de acessibilidade no Brasil: quem se antecipa evita risco jurídico e reduz o custo de uma adequação de última hora.
Não. Acessibilidade física trata de rampas, elevadores e sinalização. Neuroinclusão trata de como o ambiente, os processos e o atendimento acolhem pessoas neurodivergentes, reduzindo estímulos que podem causar sobrecarga sensorial e crises.
Sim. O Projeto Empresa Neuroinclusiva é uma consultoria nacional, sediada em Recife-PE, com atendimento em todo o Brasil, incluindo São Paulo.
A Lei nº 18.183/2025 e o Decreto nº 70.501/2026 estão publicados nos canais oficiais do Governo do Estado de São Paulo. A consultoria da Start Neuroinclusiva ajuda a traduzir o que eles significam na prática para a sua empresa.
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